
“Você me faz de boba, me faz chorar. E tudo o que eu faço é apenas tentar continuar. Mas espere garoto, isso tudo vai mudar. Eu não serei a mesma garota ingênua e insegura de antigamente, eu serei forte e pronta para desafios. Nenhum passado irá me prender, apenas o futuro irá me guiar. O amor vai passar, e a tristeza também. Assim como tudo começou, num piscar de olhos. Adeus amor, vá embora com essa tempestade. E novamente seja bem vinda solidão..” — Talita C. Romanichen

Com quinze anos a gente acha que sabe da vida: acha que nossas escolhas são certas, que nossos medos são reais, que nossas expectativas tem fundamento. Com quinze anos é permitido ser frágil e amar eternamente até o dia seguinte, porque como nos ensinam desde sempre, só se tem quinze anos uma vez na vida. Encontrei o Depois dos Quinze exatamente aos meus 16 e desde o primeiro momento, me senti em casa: a menina por trás do blog me conhecia e saía falando de mim por aí em cada linha daqueles textos cheios de experiências normais de alguém daquela idade. Foi ela quem me ajudou a encarnar o papel de garota segura e enxergar além do pequeno horizonte de possibilidades que me esperavam ali. Eu não conheço a Bruna, mas eu sei quem ela é e de certa forma, eu sinto que ela sabe quem eu sou. Eu cresci com a Bruna, eu aprendi com a Bruna e mais do que tudo, eu sinto que a Bruna é uma amiga. Amiga daquelas que aparece pra dar o ombro pra chorar quando você toma um fora, e que ao mesmo tempo sabe a hora de nos empurrar de volta pra vida. Os dezoito anos da Bruna marcam o começo de uma nova fase para todas as leitoras, admiradoras e fãs como eu, que hoje se sentem no dever de acompanhar a vida dela como uma forma de sentirem mais próximas daquela que por tantas vezes, mesmo sem saber, nos deu nosso sorriso de volta. Nem tanta coisa muda depois dos dezoito, mas a Bruna tem esse dom de tornar os momentos especiais, de significar as coisas de uma importância que as vezes nem percebemos que elas têm. Portanto, a partir de agora, muitas coisas vão começar a acontecer na vida dela e eu me sinto privilegiada por me sentir parte de um dos tijolinhos desse caminho brilhante que a menina prodígio do interior de Minas Gerais vai trilhar. Parabéns, Bruna. Que essa luz que nasceu com você seja cada vez mais alimentada pela energia que transborda do seu coração. Obrigada por tudo. #depoisdos18day
“Mommy, they are just like me.”
My oldest son is six years old and in love for the first time. He is in love with Blaine from Glee.
For those who don’t know Blaine is a boy…a gay boy, the boyfriend of one of the main characters, Kurt.
This isn’t a ‘he thinks Blaine is really cool’ kind of love. It is a mooning at a picture of Blaine’s face for a half hour followed by a wistful “He’s so pretty” kind of love.
He loves the episode where two boys kiss. My son will call people in from other parts of the house to make sure they don’t miss his ‘favorite part.’ He’s been known to rewind it and watch it over again…and force other to, as well, if he doesn’t think people have been paying enough attention.
This infatuation doesn’t bother me or his father. We live in a very hip-liberal neighborhood, many of our friends are gay, and idea of having a gay son isn’t something that bothers either of us. Our son is going to be who he is, and it is our job to love him. End of story.
He is also six. Six year olds get obsessed with all kinds of things. This might not mean anything at all. We always joke that he’s either gay, or we have the best blackmail material in the history of mankind when he’s a 16 year old straight boy. (Take that naked bath time pictures!)
Then the other day we were traveling across the state listening to the Warblers album (of course), and in the middle of Candles, my son pipes up from the back seat.
“Mommy, Kurt and Blaine are boyfriends.”
“Yes, they are,” I affirm.
“They don’t like kissing girls. They just kiss boys.”
“That’s true.”
“Mommy, they are just like me.”
“That’s great, baby. You know I love you no matter what?”
“I know…” I could hear him rolling his eyes at me.
When we got home I recapped this conversation to his Dad, and we stood simply looking into each other’s eyes for a moment. Then we smiled.
“So if at 16 he wants to make a big announcement at the dinner table, we can say ‘You told us when you were six. Pass the carrots’ and he’ll be disappointed we stole his big dramatic moment,” my husband says with a laugh and hugs me.
Only time will tell if my son is gay, but if he is I am glad he’s mine. I am glad he has been born into our family. A family full of people who will love and accept him. People who will never want him to change. With parents who will look forward to dancing at his wedding.
And I have to admit, Blaine would be a really cute son-in-law.